
Brasília, DF...
[ASN] Dentre as muitas
decisões que estão sendo tomadas durante os trabalhos da
junta administrativa da Igreja Adventista para a América
do Sul, houve uma que causou grande alegria para todos
os envolvidos no projeto. Acaba de ser votada, na manhã
desta terça-feira, dia 8, a oficialização do Projeto
Mutirão de Natal. A partir de agora, o Mutirão faz parte
do calendário e das atividades programadas da Igreja em
toda América do Sul, dentro das atribuições da Agência
Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais
(ADRA).
Para apresentar o projeto aos mesários, foi
trazido o doutor Sérgio Azevedo, que foi o precursor da
campanha na Igreja de Botafogo, no Rio de Janeiro. Ele
apresentou dados que causaram grande impacto nos
presentes. Em 13 anos de atividades o Mutirão já
arrecadou 8.890 toneladas de alimentos, o que equivale a
cerca de 740 mil cestas básicas. Esse total beneficiou
aproximadamente 3 milhões e 700 mil
pessoas.
Segundo Azevedo, “este projeto teve um
crescimento absolutamente espontâneo e leigo. Só em 2006
foram 1500 igrejas, grupos e escolas envolvidos,
distribuídos em 16 estados brasileiros e arrecadando
2.325 mil quilos de alimentos”, explicou.
O
projeto já adquiriu uma projeção tão extraordinária que
na cidade de Vitória, capital do Estado do Espírito
Santo, a Prefeitura local votou o “Dia do Mutirão” dando
total e irrestrito apoio às atividades da Igreja nesta
área.
Ainda em sua apresentação o doutor Sérgio
Azevedo falou sobre alguns dos benefícios do Projeto
Mutirão de Natal: fortalece a fé e a união dos irmãos da
Igreja; envolve e compromete os membros em prol da
missão; forma novas líderes; torna a igreja mais
conhecida da sociedade; dá a oportunidade de trazer
convidados especiais para a Igreja; beneficia milhares
de pessoas; converte; a mídia dá cobertura e apoio; e o
meio acadêmico reconhece a força do mutirão (segundo
pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, em São
Paulo).
Ainda vale destacar que o mutirão atua em
outras frentes de trabalho proporcionando a arrecadação
de livros, brinquedos, roupas, agasalhos, plantação de
árvores, doação de sangue, socorro a calamidades e ajuda
a asilos, orfanatos, creches e favelas.
Segundo o
líder sul-americano da Igreja, pastor Erton Köhler,
“esta idéia não nasceu em nossos escritórios, ela nasceu
na Igreja e vem crescendo vertiginosamente”. O
responsável pela ADRA na América do Sul, pastor Urias
Chagas comemorou dizendo que “é um potencial que foi
provado e deu certo”.
versão para imprimir

[Equipe ASN – Márcia
Ebinger]
|
|